07 fevereiro 2014

ENTENDER


Se conseguir,
Feche os olhos,
Ouça sua respiração.
Respirar...
Respirar fundo...
Profundamente.
Inspirar devagar...
Lentamente...
Voltar ao tempo próximo,
Estar frente ao que incomoda... 
Repensar...
Reconhecer...
Entender...
Internalizar...
Repensar...
Rever...
Deixar fluir...
Aceitar (?)
Apagar...
Perdoar...
Perdoar-se
Repensar.

TRAVE E ARGUEIRO





Não aponte o erro no outro.

Antes de fazê-lo, repense o momento passado. O seu.
Semelhante atrai semelhante.
Se já consegue não errar, dê graças ao Senhor que a todos ampara.
Poderia Ele, a todo instante, estar cobrando o seu erro e,
Senhor da sabedoria, Senhor amoroso perdoa sem acusar.
Sabe da deficiência em cada ser que habita o planeta. 
Estar aqui, neste orbe, é necessidade de aprimoramento,
do aprendizado constante. O erro se houver, a vida no tempo certo, mostrará 
o outro lado da moeda. Nada se faz sem retorno. 
O bem retorna.
O mau conhecerá a dor de seu erro.
Ninguém é mau sempre. No tempo dado a todos, será conhecida a verdade.
E a verdade o libertará.
Deus é por todos.

Hilton Marcos

AMAR AO PRÓXIMO


Se temos problemas em família, as dor nos abraça, nossos filhos, perdem-se no caminho, antes, parecido claro e tranquilo. Há desunião, e, como pais como poderiam proceder? Muitas vezes, queremos mostrar qual o caminho a seguir e, juntos, com todos os problemas existentes, perdemo-nos todos.
Pode parecer um trabalho difícil. Poderá ser o caminho tortuoso, mais que antes, o que nos restaria a fazer?
Na prece, diária, com o pensamento voltado a boas causas, sem o chamado estresse, com o pensamento no Alto, resta-nos pedir e aguardar, porque, a solução nos será apresentada conforme o nosso merecimento e, não, somente por nossas necessidades.
Amigos, irmãos e irmãs queridos.
Os problemas de nossos filhos vêm com o intuito do aprendizado para eles e, por amor, respinga-nos aos pais, parentes e próximos se somos deles.
A ajuda poderá ser feita de várias maneiras, acho eu, na presença constante e, dentro das possibilidades. Ajuda financeira, quando temos e se, realmente, quem nos pede, ou seja, nosso filho, tenha a real necessidade.
Não devemos “entrar” no problema. Temos e devemos, de fora, assistir como se em arquibancada estivéssemos. Desta forma, vai ficar mais fácil se, visto com os olhos da razão reconheceremos não ser insolúvel. Se nos enfronhamos ao problema, ou seja, se deixamos que tome conta de nossa razão, como solucioná-lo se agora faz parte da gente? – melhor deixa-lo de fora, reconhecer toda a sua complexidade e buscar tranquilamente a solução que, certamente vai nos aparecer.
Necessário é que tenhamos fé, e junto a ela, a prece constante, rogando a Deus, forças para removermos a mais esta pedra que aparece em nosso caminho.

Deus é por todos.

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